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JANELA, UMA VONTADE DE SER MUNDO

JANELA, UMA VONTADE DE SER MUNDO

PREFÁCIO
O Professor Dilso José dos Santos presenteia os leitores com uma coletânea de “brincriações”.
Todos terão a oportunidade de conhecer, ler e interpretar textos compostos por um escritor que brinca com as palavras, expressa sentimentos e escreve movido por todos os sentidos.
Ele próprio diz “carregar uma maldição.” Sente o mundo desenfreadamente. Tudo que escreve tem angústia. Polui o mundo com a sua alma. Escreve como se tivesse medo de morrer cedo.

Celeste Dummer
Professora Especialista em Língua Portuguesa e Literatura

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Arqueologia no Vale do Rio Pardo

Arqueologia no Vale do Rio Pardo

PREFÁCIO
A Arqueóloga Marina Amanda Barth oferece para os estudantes de História e Arqueologia, bem como pesquisadores, o desenvolvimento da arqueologia no Vale do Rio Pardo, expondo a história do Museu do Colégio Mauá e do Centro de Ensino e Pesquisa Arqueológica (CEPA) da Universidade de Santa Cruz do Sul, duas instituições do interior do Rio Grande do Sul, nascidas em momentos diferentes do desenvolvimento da Arqueologia no país.

Apresenta com clareza e detalhes todas as etapas e fases pelas quais passaram o estudo e trabalho prático dos envolvidos em todo o processo. Apresenta instituições, materiais, processos, documentos e personagens.
A história que Marina conta é o resgate de uma memória que nem a comunidade local, nem os arqueólogos do Brasil podem ignorar. Assim, a presente obra deveria fazer parte da literatura usada em pesquisas de graduação e pós-graduação para uma compreensão de todo o processo e trabalho realizados por apaixonados e comprometidos com a arqueologia.
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A Sala Encena

A Sala Encena

A Sala Encena

INTRODUÇÃO

A presente obra é uma amostra das inúmeras peças de teatro, jograis ou esquetes criados especialmente para melhorar a expressão oral dos alunos e desinibir os estudantes que apresentavam dificuldades para comunicar-se com naturalidade e desenvoltura.

Todos os textos foram escritos, observando dificuldades específicas e pessoais de cada turma ou educando. Assim sendo, os papéis eram distribuídos de forma a contemplar
carências individuais. Isto não quer dizer que aqueles que não apresentam comunicação deficiente não possam encenar os textos.

Anualmente, os alunos envolvidos apresentavam-se em horas cívicas, festividades e celebrações da Escola Estadual Frederico Augusto Hannemann ou mostras de teatro promovidas pela Secretaria Municipal de Educação de Vera Cruz.

Teatro significa lugar onde se vai para ver. Muito além de ser um local para ver, vai-se ao teatro para sentir. Por isso oportuniza vivências, identificação com personagens, mescla fantasia e realidade, prazer e dever, revela a vida de forma espontânea, criativa e
mágica.


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Esocla Hannemam 

Escola Hannemann:
40 anos de cooperação e educação

INTRODUÇÃO

A presente obra propõe-se a resgatar e reconstituir a história da
Escola Estadual de Ensino Fundamental Frederico Augusto Hannemann, a
partir de documentos e fotos.

Este trabalho tomou corpo com o lançamento do Projeto “História da
Educação no RS,” uma proposta de resgate da história da escola pública. Os
autores sentiram-se motivados e desafiados como professores que ajudaram
a construir a história, empenharam-se para entender a realidade social e
passaram a admirar e respeitar a comunidade local.

Destina-se a levar ao conhecimento de todos os leitores a história e o
trabalho de uma comunidade que faz prosperar uma Escola.

O livro narra a trajetória desde a fundação, o histórico da criação e
funcionamento , o patrono, a filosofia do educandário, o envolvimento comunitário, funcionários, professores e alunos como atores principais, as organizações e serviços auxiliares.

Todo o trabalho, desde a criação da Escola até a publicação desta obra, concretizou-se graças ao envolvimento, determinação, vontade e convicção de pessoas que apostam na cooperação como caminho para o
progresso.


Livros
Crônicas Premiadas

Crônicas premiadas

INTRODUÇÃO
A presente coletânea de crônicas é uma amostra do trabalho realizado pelos alunos da 8ª série – ano 2007 – durante as aulas de Língua Portuguesa, tendo como foco a pesquisa das histórias que deram origem à “Vila Maluca”, cujo nome oficial era “Linha Sítio” e, atualmente, Vila Progresso, interior do Município de Vera Cruz.

Diante do número expressivo de histórias obtidas – através do relato oral de pessoas idosas e moradoras da localidade – as crônicas foram inscritas no concurso literário promovido pelo Departamento de Cultura, para confecção da Revista da Feira do Livro e foram selecionadas e publicadas.

O recolhimento de dados, informações, documentos e relatos tinham como objetivo: conhecer e entender para divulgar a nossa história e nossa cultura. Conhecer e entender para divulgar o Patrimônio Cultural da Região Sul e da sua gente com a finalidade de despertar o povo para a “Cultura Patrimonial.”


CapasPolifonia

A POLIFONIA

A POLIFONIA – A maçã no escuro escuro
DE CLARICE LISPECTOR

INTRODUÇÃO
Clarice Lispector, autora reconhecida como a ficcionista do tempo por excelência e de romance psicológico de qualidade incontestável na Literatura Brasileira, juntamente com sua obra, é objeto de estudo e análise neste trabalho.

Analisam-se diversos aspectos de sua produção, tendo como base o livro A maçã no escuro que, segundo a própria Clarice, é o livro mais bem estruturado que escreveu.

Merece atenção especial o estudo da polifonia como processo de composição de uma obra literária, sua presença na construção do romance psicológico de Clarice Lispector, a importância no desnudamento das
personagens para adquirirem autoconsciência e chegarem ao autoconhecimento e a participação da multiplicidade de vozes na determinação da visão existencialista do ser assumida pela autora.

 


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100 anos de ensino, pregação e testemunho

100 anos de ensino, pregação e testemunho

INTRODUÇÃO

Todos os povos, desde a antigüidade, encontraram formas de registrar seus feitos e ensinamentos quando perceberam que a transmissão oral de geração para geração nem sempre assegurava a fidelidade dos dados.

Cada povo e cada época usou locais e materiais disponíveis que resistissem ao tempo.

Com o advento da escrita e da impressão, a raça humana e, mais especificamente, o homem moderno diz que o povo que não conhece, entende e transmite a história para as gerações seguintes, não tem possibilidade de progresso e futuro que assegure a refacção de seus destinos.

Ciente desta verdade, decidiu-se escrever a história do centenário de fundação da Comunidade Evangélica Luterana Trindade de Vila Progresso, Vera Cruz, RS.

A trajetória é contada desde a fundação até o ano corrente com ênfase aos heróis da fé, aos departamentos que a compõem e alguns outros fatos que, inevitavelmente, fazem parte da história.
Servem como fios de entrelaçamento de todo o trabalho, de todos os cristãos envolvidos, a vontade e determinação de pregar, testemunhar e ensinar a Palavra de Deus, levando Cristo a Todos.


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Vera Cruz: tempo, terra e gente

Vera Cruz: tempo, terra e gente

PREFÁCIO

Com a atual visão de História – conhecer o passado para melhor construir o futuro – tornou-se indispensável cada povo resgatar o seu passado.
Nesse sentido, veio em boa hora a vontade do Conselho Municipal de Cultura e o apoio do Executivo Municipal editar o livro “Vera Cruz: tempo, terra e gente.”

O histórico não deve ser um fim em si mesmo, senão um meio posto ao alcance da comunidade para redimensionar o alcance de seus objetivos e metas.

A presente obra escrita por Celeste Dummer, Marina Amanda Barth, Marli Silveira e Mateus Silva Skolaude é um trabalho pensado e elaborado para mostrar com detalhes e, em sequência cronológica, a formação do Município de Vera Cruz deste os primórdios até a sua emancipação política em 1959.

Com as informações reunidas, pode servir de fonte permanente de estudos, não só para pesquisadores, mas para todos os vera-cruzenses.
Almeja-se a união de esforços de todos na busca constante para o desenvolvimento social, político, econômico e cultural dos habitantes do Município no seu 50° aniversário de emancipação política.

Conselho Municipal de Cultura


 

 

Exercício do poder religioso
O Quatrilho

Hildegard Hammes

  Monografia apresentada à Coordenação de Pós-Graduação da Universidade de Santa Cruz do Sul para a obtenção do título de Especialista em Literatura.
Prof. Ms. Elenor José Schneider.

INTRODUÇÃO
A presente pesquisa é uma proposta de análise da presença da religiosidade na produção literária gaúcha, especialmente o exercício do poder religioso católico entre os imigrantes italianos no Rio Grande do Sul.

A pequena quantidade de obras disponíveis sobre o tema da religiosidade na literatura gaúcha limita a pesquisa, mas a opção pelo romance O quatrilho de José Clemente Pozenato, despertou o interesse para entender a força, o fascínio, o poder que exerce a religião, a fé, Deus sobre o ser humano e como define rumos para a vida das pessoas.

O primeiro capítulo analisa a presença da religiosidade na literatura gaúcha e o exercício do poder religioso na obra O quatrilho.

O segundo capítulo enfoca a falsa imagem de Igreja e as conseqüências desta na vida social, comunitária e individual do homem.
O terceiro capítulo retrata a interferência da Igreja e dos padres nas relações sociais, como são concebidos o casamento, a vida em comunidade, a família e  o mundo dos negócios.
O quarto capítulo preocupa-se com o fato de o padre ( o religioso) e a Igreja, apesar de tantos equívocos e desacertos, serem um norte, um porto seguro, para as pessoas de fé.
A pouca presença do tema religião como tema determinante ou integrante na literatura gaúcha desperta a curiosidade e deixa uma indagação sem resposta: por que o exercício do poder religioso está sempre presente e assume vital importância para a humanidade?

2 comentários

  1. Djulia Saueressig  - 23/03/2015 - 00:30

    A temática do poder religioso na vida do ser humano ao longo do tempo não pode ser desconsiderada, já que a religião sempre esteve acerca do homem, e provavelmente sempre estará. O que me interessou na monografia “Exercício do poder religioso em O Quatrilho” foi o fato dela abordar o tema religião dentro da literatura gaúcha, afinal como dito pela própria autora, há uma certa carência de livros que tratam desse assunto.
    A autora descreve o enredo do livro O quatrilho com perfeição, nos mostrando as características de ambos os tempos demarcados (passado e presente), de como os acontecimentos negativos eram justificados como sendo a vontade de Deus e como o padre exercia tamanho poder perante a comunidade que até podia nortear as atitudes do povo.
    Destacando a falta de diferenciação entre o padre e a Igreja, Hammes nos ressalta o fato de que toda interferência da Igreja nas relações sociais é resultado do senso comum, onde as pessoas se deixam ser guiadas pelos religiosos sem buscar fontes de estudo ou fazer questionamento algum.

  2. Thais Lopes  - 11/04/2015 - 16:44

    O poder religioso sempre estará na vida do homem indiferente de tal forma, e acredito que isto permanecerá sempre. Texto muito bem desenvolvido pela autora que traz um assunto que dificilmente encontramos em livros, ainda mais se tratando da vida religiosa do gaúcho, assunto muito interessante trazendo informações de como era tratado o homem pela igreja antigamente que hoje já não tem essa tamanho poder.

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