2025 finda. Um ano que trouxe oportunidades para conhecer pessoas inteligentes e diferenciadas pelo que produzem e agregam como seres humanos. Ano de ampliar pesquisas, descobrir novas fontes, trocar experiências e informações, participar de eventos culturais.
Um ano de viagens pelo Brasil e, especialmente, pelo RS – judiado pelo clima – onde o povo resiliente sabe vencer dores e perdas. Busca forças pessoais e coletivas e faz a reconstrução.
Um ano de viagens por caminhos e paisagens em lugarejos e cidades charmosas, locais com pessoas acolhedoras que deixam o visitante com vontade para voltar.
Um ano em que o Brasil deixou os cidadãos apreensivos com a corrupção, a decadência na qualidade de educação das futuras gerações. A justiça não parece ser para todos.
Um momento para agradecer aos amigos e parcerias nas horas de festa e doenças, vitórias e decepções.
O balanço, no entanto, precisa considerar as perdas, dividir ou subtrair a depreciação e decidir sobre o que precisa ser descartado. Sem isso, o futuro poderá ser um salto no escuro e o fracasso inevitável.
O balanço, também, precisa precisa mostrar caminhos a serem seguidos no período seguinte, no ano que se aproxima. Amanhã será este dia de início do novo período no calendário.
O que fazer em 2026?